
Foto: MPMS/Arquivo TopMídiaNews
Empresa investigada no âmbito da Operação ”Buraco Sem Fim”, do MPE-MS, recebeu R$ 113,7 milhões em contratos com a Prefeitura de Campo Grande. No entanto, há suspeitas de que o serviço de tapa-buracos era fraudado e a empreiteira recebia por serviços não realizados.
Levantamento indica que, entre 2018 e 2025, a empresa investigada conseguiu contratos e aditivos que somam o montante exato de R$ 113.702.491,02.
Segundo o MP-MS, trata-se de uma organização criminosa atuando de forma sistemática na fraude da execução dos serviços; havia manipulação de medições de obras, pagamentos públicos por serviços não executados integralmente e liberações indevidas de recursos.
Para os promotores da 31ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, o objetivo do bando era claro: desviar dinheiro público; enriquecer ilegalmente e manter contratos com baixa qualidade na execução.
Presos
Foram sete os presos na operação, sendo um deles o ex-secretário de Obras Rudi Fiorese. Ele foi encarcerado em casa, em um imóvel na Rua das Garças.
Outros investigados, já alvo de operações anteriores, também foram presos.