Foragido do Acre morto em confronto fez QG do tráfico em apartamento na Capital

Policiais no residencial onde ocorreu confronto nesta manhã. (Foto: Henrique Kawaminami)

Foragido por homicídio no Acre e uma das lideranças da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), Anderson da Silva Chagas, 33 anos, que morreu em confronto com a polícia, na manhã desta segunda-feira (8), alugava dois apartamentos de um residencial no Jardim Inápolis, em Campo Grande. Um deles era para o tráfico de drogas.

Anderson morreu ao reagir durante cumprimento de mandado de busca e apreensão, feito por policiais da DEH (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídio), logo no início da manhã. Ele chegou a ser socorrido pelos próprios policiais, mas morreu ao dar entrada na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Vila Almeida.

Logo após o óbito constatado, a Polícia Civil e perícia estiveram no local onde houve confronto. Foi possível constatar que Anderson alugava dois apartamentos no residencial. Em um, morava com a esposa, onde foi localizado um tablete de maconha, uma pistola e um revólver.

O outro imóvel era utilizado para o preparo das drogas e, posteriormente, a venda. Nesse, a polícia encontrou balança de precisão, porções prontas para o tráfico e mais um tablete de maconha, além de um colchão. A esposa de Anderson, que não teve nome informado, acabou presa por tráfico de drogas.

Anderson da Silva Chagas é uma das lideranças da facção criminosa PCC no Acre e, segundo apurado pela reportagem, estava foragido naquele estado pelo crime de homicídio.

Fonte: CGNews

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