
Em 2001, ela nasceu de um movimento de resistência e necessidade e em 2026, a Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems) celebra seus 25 anos não apenas como um plano de saúde, mas como o maior pilar de infraestrutura hospitalar privada do estado, detendo quase 30% dos leitos de UTI de MS.
Ao longo dessas duas décadas e meia, a Cassems consolidou um modelo de autogestão que desafiou a lógica do mercado. Enquanto operadoras tradicionais atuam apenas na intermediação de serviços, a Cassems investiu na interiorização da alta complexidade, mudando a geografia da saúde e evitando a “evasão” de pacientes para grandes centros como São Paulo e Curitiba.
Números que transformam o estado
A Cassems transcende a estrutura física: é um gigante que alia escala e especialização para transformar a saúde pública e privada no estado. Confira os números que transforma o estado:
Regionalização: a UTI que reduziu distâncias
Um dos maiores marcos destes 25 anos foi a redução drástica no tempo de resposta para casos graves. Em Corumbá, antes da estrutura da Cassems, um servidor em estado crítico precisava viajar 425 km até a capital. Com a UTI local, o tempo de resposta caiu de 7 horas para 15 minutos.
Em Dourados, o Hospital Cassems agora assume um novo papel: o de centro formador de excelência, com programas de Residência Médica e Multiprofissional em Oncologia aprovados pelo MEC. “Ao celebrar 25 anos, provamos que é possível gerir saúde com tecnologia de ponta, da cirurgia robótica ao transplante de medula, mantendo o foco na humanização e na prevenção”, afirma Ricardo Ayache, presidente da Cassems.
Motor econômico e social
A Cassems também se destaca como um dos maiores empregadores do estado, gerando 3.350 empregos diretos. A gestão é referência em diversidade: 76% do quadro funcional é composto por mulheres, que ocupam 67% dos cargos de liderança. Além disso, o programa Cassems Soma promove a inclusão real de PCDs e do público LGBTQIAP+.
Da assessoria/AB