Uma explosão na usina, a maior da Europa, pode causar uma tragédia 10 vezes maior que o acidente em Chernobyl, em 1986 — até então a maior catástrofe do tipo -, segundo alertou o ministro das Relações Exteriores ucraniano, Dmytro Kuleba. A central foi bombardeada pelo Exército russo na noite desta quinta-feira (3/3), pelo horário de Brasília.
Dmytro Kuleba divulgou um aviso com os riscos. O comprometimento do resfriamento dos reatores pode desencadear a explosão. Essa é a maior usina nuclear da Europa e ele pediu que a Rússia abra um “cessar-fogo”.
“O exército russo está atirando de todos os lados contra a central. Os russos devem cessar imediatamente o ataque, permitir [a entrada dos] bombeiros e estabelecer uma zona de segurança”, escreveu.
O Conselho de Segurança da ONU é composto por 15 membros: 5 permanentes e 10 não-permanentes. Os permanentes são:
A Casa Branca informou, por voltas das 23h35 desta quinta, pelo horário de Brasília, que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, conversou com o mandatário ucraniano, Volodymyr, Zelensky, sobre o incêndio na usina nuclear. Biden defendeu um cessar-fogo para evitar uma tragédia com radiação.
O desastre de Chernobyl, o maior da história, ocorreu em abril de 1986, ainda na extinta União Soviética. Um reator explodiu após uma falha num teste de segurança. Ao todo, 30 pessoas morreram na hora. Depois, o governo criou uma zona de exclusão de 4 mil quilômetros na região.
O Serviço de Emergência da Ucrânia informou que o incêndio na usina de Zaporizhzhia começou em um prédio próximo. O local serve de apoio aos funcionários do local. O fogo teria se alastrado para o perímetro da central nuclear.
A Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA, na sigla em inglês) monitora o incêndio com preocupação e classificou o risco de explosão como “grave situação”.
As tropas russas estão avançando de forma vertiginosa no território ucraniano. Os balanços apresentados pelos dois países dão dimensão de como as cidades estão sendo invadidas e bombardeadas pelos militares.
Em apenas um dia, as cidades sitiadas por tropas da Rússia subiram de 16 para 26. Os soldados de Vladimir Putin miram em províncias estratégicas e alvos que, se destruídos, causam grande impacto. Civis são alvo das tropas e tentam impedir a aproximação dos soldados com barricadas, como em Lviv.
A Ucrânia vive o 8° dia de bombardeios. Um nova tentativa de cessar-fogo nesta quinta-feira fracassou. Representantes russos e ucranianos se reunirão pela terceira vez nesta sexta-feira (4/3).
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