Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD Contínua do 4º trimestre de 2022, divulgada hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que Mato Grosso do Sul fechou o ano com a 3ª menor taxa de desocupação do país.
Os números atualizados fizeram o Estado mudar de posição no ranking, passando o estado de Mato Grosso, que ocupada a 3ª posição.
Diante do levantamento, percebe-se que o Estado fechou o ano com uma taxa de desocupação de 5,0%, a menor registrada desde 2014, quando a taxa foi de 4,2%.
Mato Grosso do Sul fica atrás somente de Rondônia (3,1%) e Santa Catarina (3,2%).
A pesquisa aborda informações sobre o mercado de trabalho e características da população.
Segundo informações da pesquisa, no quarto trimestre de 2022, MS tinha 2,18 milhões de pessoas em idade de trabalhar, ou seja, 30 mil pessoas (1,37%) a mais em relação ao mesmo período de 2021.
Deste total, 1,5 milhão estavam na força de trabalho, sendo que 1,4 milhão estavam ocupadas e 50 mil desocupadas.
O nível de ocupação foi estimado em 65,3%, representando um aumento de 1,6 pontos percentuais (p.p.) em relação ao trimestre anterior e de 3,0 p.p. em relação ao mesmo período do ano anterior.
O maior número em desemprego foi verificado na Bahia (13,5%). No Brasil, a taxa de desocupação no quarto trimestre de 2022 foi de 7,9%.
Com isso, a taxa de desocupação do ano de 2022 no Brasil fechou em 9,3%.
A pesquisa do IBGE, mostra, inclusive, quem em MS, em um ano, houve aumento de 11,3% de pessoas no setor privado
Em números absolutos, são 1 milhão de empregados no estado. Destes, 739 mil estão no setor privado, 213 mil no setor público e 88 mil são trabalhadores domésticos.
Tratando-se de empregados no setor privado, o número variou em 75 mil pessoas, ou seja, aumento de 11,3% em relação ao mesmo período de 2021.
Outro ponto destaco na PNAD é a taxa de informalidade dos empregos, na qual MS fica em 32,6%, se mantendo com o 6º menor número.
Configuram-se com trabalhadores informais: empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada; empregado doméstico sem carteira de trabalho assinada; empregador sem registro no CNPJ; trabalhador por conta própria sem registro no CNPJ; trabalhador
familiar auxiliar.
Já a população ocupada como empregador em MS cresceu 44,8% na comparação com 2021.
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