Foto: Divulgação
Dois novos autotestes de Covid-19 foram aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta quarta-feira (2). O Brasil tem agora seis autotestes autorizados no país.
Um deles é o “Autoteste COVID-19 Ag swab nasal (cotonete)”, registrado pela empresa Biosul Produtos Diagnósticos Ltda. e fabricado pela companhia chinesa Hangzhou Alltest Biotech Co., Ltda.
O produto será vendido com um teste por embalagem, segundo a Anvisa.
Outro aprovado pela agência é o “SGTi-flex Covid-19 Ag – Self Test”, da empresa Kovalent do Brasil Ltda. Este é o segundo registrado pela Kovalent, mas diferente do anterior, que é fabricado pela própria empresa, este é feito pela Sugentech Inc, da Coreia do Sul.
De acordo com a Anvisa, o teste será vendidio em embalagens com um, dois ou cinco testes.
A Anvisa informou que avaliou critérios em relação à segurança, desempenho e atendimento dos requisitos legais exigidos aos autotestes antes da aprovação.
Além disso, a agência reguladora diz que avaliou a usabilidade do produto, que inclui as orientações de uso e as instruções em linguagem simples — para que qualquer pessoa faça uso correto.
Além dos dois novos aprovados, há outros autotestes autorizados no país. Até o momento são eles:
O autoteste é um produto que permite que a pessoa realize todas as etapas da testagem, desde a coleta da amostra até a interpretação do resultado, sem a necessidade de auxílio profissional. Para isso, as instruções de uso devem ser seguidas atentamente.
Segundo a Anvisa, o autoteste não define um diagnóstico, que deve ser realizado por um profissional de saúde. O resultado do exame deve ser utilizado apenas como orientação.
Onde comprar os autotestes
O cidadão que apresentar sintomas, poderá poderá comprar os autotestes para pesquisa de antígeno de Covid-19 em farmácias e drogarias que estejam regularizadas junto à vigilância sanitária para comercialização desse tipo de produto.
Os kits de testes também serão comercializados por estabelecimentos de saúde que estejam licenciados junto à Anvisa para comércio varejista (direto ao consumidor) de artigos médicos. Por exemplo, estabelecimentos que comercializam dispositivos médicos, tais como curativos, meias de compressão, órtese, entre outros.
A Anvisa informa que a venda on-line só é permitida quando realizada diretamente pelos estabelecimentos citados acima. Não é permitida venda de autoteste em site de e-commerce, tais como Mercado Livre, Amazon, Americanas, dentre outros.
A Anvisa recomenda a utilização do autoteste entre o 1º e o 7º dia do início de sintomas como febre, tosse, dor de garganta, coriza, dores de cabeça e no corpo. Diante do contato com alguém que testou positivo e na ausência de sintomas, deve-se aguardar cinco antes de usar o autoteste.
As recomendações da agência, caso o resultado seja positivo, envolvem uso de máscara e isolamento imediato. Os autotestes são utilizados para triagem, como uma abordagem primária, e existe a possibilidade de resultados errados, chamados de falso positivos.
Neste sentido, a Anvisa recomenda orientação médica. É necessário que o paciente busque atendimento em um serviço de saúde para confirmação do diagnóstico e assim, receber acompanhamento.
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