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26 de dezembro de 2017
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Maykol ganhou título de casamenteiro depois de ser padrinho por 12 vezes

Um dos casamentos que ele foi neste ano.

Aos 30 anos, Maykol Duarte não é Santo Antônio mas ganhou título de casamenteiro pelos amigos. Ele já foi padrinho de casamento 12 vezes, mas até hoje não apareceu nenhuma possibilidade de subir no altar com alguém. Os resultados também são positivos na tabela do amor feita por ele. “Tenho 12 afilhados e até hoje só um dos casamentos foram desfeitos”, comemora.

Os pedidos foram surgindo na igreja católica em que frequenta. Por amizade ou sorte, ele acredita que a cumplicidade que mantém com as pessoas é o que chama atenção para tê-lo como padrinho.

O que surpreende é o número de uniões que Maykol já presenciou. “Fui parar contar pela primeira vez e até assustei. Já fui em 33 casamentos, só este ano. Acredito que eu seja uma pessoa boas para testemunhar todas as uniões. Talvez pela amizade e cumplicidade que tenho por todo mundo que conheço”, diz.

E ser padrinho vai muito além de dar presentes ou assinar o papel no momento da cerimônia. Inclusive, Maykol descarta qualquer interesse financeiro, já que nem sempre dá presente caro para os afilhados. “Tem gente que pensa que é por dinheiro ou porque sou rico, mas isso nunca aconteceu, todo mundo sabe da minha simplicidade”.

Para ele, ser padrinho é assumir um compromisso de lealdade e cuidado ao casal eternamente. “Minha missão é estar ao lado destes casais nos momentos de alegria e também de dificuldades”.

O primeiro convite foi quando ele tinha 18 anos. Além de padrinho, Maykol entrou com a mãe do noivo na igreja e depois saiu com a mãe da noiva. Um momento especial já que era a melhor amiga de infância.

Depois de algum tempos outros convites foram surpreendentes, até amigos de escola já chamaram Maykol para ser padrinho.

“É um sentimento de importância que me faz sentir feliz e honrado. Me sinto ainda mais querido por todos esses amigos”.

Sobre a vida de solteiro, ele leva tudo no bom humor. “Acho que por enquanto só estou representando Santo Antônio na terra”, brinca.

O casamenteiro não perde a esperança. “A verdade é que nunca casei porque ainda não tive a oportunidade. As pessoas brincam, mas eu levo na esportiva e tenho certeza que no momento certo eu irei casar. Até porque o matrimônio muito a sério e sagrado na nossa vida que deve ser realizado com entrega e amor verdadeiro”, acrescenta.

Em casa, os convites são guardados com todo capricho. “É um jeito especial de lembrar de cada casamento que eu fui. E todo os dias coloco em minha orações cada um destes casais. Porque além da importância de ser convidado, nosso papel é desejar sempre o melhor a essas pessoas”.

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