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20 de Maio de 2018
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Defesa Civil avalia impactos da cheia no Pantanal e estuda declarar situação de emergência

Corumbá estuda declarar situação de emergência na área rural. (Foto: Cedec)

Em um trabalho de monitoramento da região do Pantanal, a Cedec (Coordenadoria de Defesa Civil de Mato Grosso do Sul) realizou uma vistoria prévia nas áreas inundadas em Corumbá. O rio Paraguai, que transbordou nesta última quinta e sexta-feira, enfrenta mais uma cheia.

A vistoria foi feita em parceria com o município de Corumbá, que deve decretar situação de emergência na área rural nos próximos dias. Até esta sexta-feira (18), o rio Paraguai se encontrava em situação de alerta na estação São Francisco, com cota de 7,89 metros, segundo relatório do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul).

O coordenador da Cedec, tenente-coronel Fábio Catarinelli, percorreu os trechos da inundação na Estada Parque (MS-228) entre Corumbá e o distrito Porto da Manga. A vistoria constatou que o volume de água sobre a estrada não permite acesso à comunidade do Porto.

As enchentes costumam acontecer nesta época do ano e, desde fevereiro, os fazendeiros da região já começaram a retirar o gado das áreas inundáveis. Um alerta da Embrapa Pantanal em março recomendou a retirada do rebanho de algumas áreas do Pantanal.

O tenente-coronel afirma que a tendência do rio é subir mais, até meados de junho, e a defesa civil deve se manter em alerta. Segundo informações do Governo do Estado, o nível do rio Paraguai já superou os 5,12 metros, com estimativa de atingir os 5,78 metros, inundando entre 71 e 90 quilômetros quadrados da planície.

(Com informações do Governo de MS)

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