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16 de Maio de 2018
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Comandante geral afirma que PM investiga corrupção no efetivo

Em 2017 cinco policiais foram presos por exigir propina de contrabandista – Foto: Izaias Medeiros / Câmara Municipal

O comandante geral da Polícia Militar, coronel Waldir Ribeiro Acosta, informou que as investigações da Operação Oiketikus realizada pelo Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e deflagrada hoje (16), conta com a participação conjunta da corregedoria da PM.

“É um trabalho realizado em conjunto, tanto que informaremos do andamento do caso, em coletiva oficial”, pontuou.

Segundo informações do Gaeco, serão cumpridos 66 mandados sendo 45 de busca e apreensão e 21 prisões, em 14 municípios do Estado. O nome da operação faz referência a uma praga conhecida como “bicho-do-cesto”, que ataca plantações quando está na fase de larva, antes de se transformar em uma mariposa.

INDÍCIOS 

O trabalho da corregedoria da PM teve outros momentos importantes, como a prisão de cinco policiais militares realizada em dezembro do ano passado, acusados de exigirem R$ 150 mil para liberar um motorista de caminhão carregado com cigarros contrabandeados.

Na época, foram presos após denúncia, o cabo da Polícia Militar Rafael Marques da Costa, 28 anos, e o sargento Alex Duarte de Aguir, 38, estavam exigindo dinheiro para liberar o caminhão, que estava carregado com cigarro contrabandeado. O fato aconteceu na Avenida Gunter Hans, por volta das 20h.

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