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13 de fevereiro de 2018
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Beija-Flor lembra 200 anos de ‘Frankenstein’ para criticar corrupção

A Beija-Flor de Nilópolis encerrou os desfiles do Grupo Especial no Rio com um paralelo entre o romance “Frankenstein”, que faz 200 anos, e mazelas sociais brasileiras. Corrupção, desigualdade, violência e intolerâncias de gênero, racial, religiosa e até esportiva formaram o cenário “monstruoso”.

O desfile da Beija-Flor começou pouco depois das 4h de terça-feira (13) e durou 72 minutos. Os protestos sociais fizeram coro com dois desfiles do dia anterior: da Mangueira e do Paraíso do Tuiuti.

O samba-enredo comandado por Neguinho da Beija-Flor e cantado alto pelos presentes na Sapucaí tem o título “Monstro é aquele que não sabe amar. Os filhos abandonados da pátria que os pariu”.

Pabllo Vittar foi destaque que representou a luta contra a intolerância de gênero e Jojo Todynho representou a intolerância racial. Ambas subiram no carro “O abandono”, sobre pesadelos da vida cotidiana no Brasil.
Edson Celulari interpretou o Dr. Victor Frankenstein, o estudante de ciências criador do monstro da ficção, no carro abre-alas.
Claudia Raia foi destaque de chão como “a grande anfitriã de celebração da paz”.
No final, a escola abriu a avenida para o público e transformou a Sapucaí em um bloco de rua, com a multidão cantando em coro o samba.

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