Coxim, MS
15 de maio de 2019
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Com faixas e cartazes, manifestantes realizam ato em Coxim

Foto: Whastapp / Coxim Agora

Com faixas e cartazes nas mãos, centenas de manifestantes realizaram um ato pacífico de protesto percorrendo avenidas e ruas de Coxim na manhã desta quarta-feira (15).

O SIMTED (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação) de Coxim se uniu aos estudantes da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), IFMS (Instituto Federal de Mato Grosso do Sul) e pessoas ligadas ao movimento para protestar contra o bloqueio de recursos destinados ao MEC (Ministério da Educação e Cultura), contra a reforma da previdência, contra a campanha de armamento do atual governo e pelo melhoramento de leis de proteção ao meio ambiente.

A presidente do SIMTED, Mara Núbia, explicou que aposentar não é  um privilégio,  ter acesso a uma educação pública de qualidade é  um direito. “Como dirigente sindical tenho a plena convicção na força do povo,  que nossa voz ecoará nos quatro cantos desse país. Eu acredito e vou a luta”, enfatizou.

Os protestos acontecem na maioria das cidades brasileiras. No estado, municípios como Dourados, Campo Grande tiveram um grande número de manifestantes.

Em abril, o Ministério da Educação divulgou que todas as universidades e institutos federais teriam bloqueio de recursos. Em maio, a CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) informou sobre a suspensão da concessão de bolsas de mestrado e doutorado.

De acordo com o Ministério da Educação, o bloqueio é de 24,84% das chamadas despesas discricionárias, aquelas consideradas não obrigatórias, que incluem gastos como contas de água, luz, compra de material básico, contratação de terceirizados e realização de pesquisas.

O valor total contingenciado, considerando todas as universidades, é de R$ 1,7 bilhão, ou 3,43% do orçamento completo, incluindo despesas obrigatórias.

Foto: Whatsapp / Coxim Agora
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