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14 de maio de 2019
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Estamos assustados, avalia CDL sobre vendas do Dia das Mães

No sábado, véspera do Dia das Mães, lojistas investiram na propaganda do segundo melhor dia de vendas do ano (Foto/Arquivo: Henrique Kawaminami)

O volume de vendas a prazo no Brasil, na semana anterior ao Dia das Mães, de 5 a 11 de maio, apresentou aumento de 0,11% em igual período do ano passado. Conforme dados divulgados pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC/Brasil). Os índices de Campo Grande ainda não foram divulgados, mas o presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) mostrou-se apreensivo com o resultado nacional que deve ser parecido do registrado aqui. “Estamos extremamente assustados”, disse Adelaido Vila.

O Dia das Mães é a segunda data de maior venda no comércio, ficando atrás do período de Natal. Por isso, a expectativa era grande. Vila lembra que resultado refere-se somente às vendas no crediário, em que o número de consultas no SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) cresceu 0,11%. Mesmo assim, a expectativa era de que somente nessas vendas, o percentual seria de 4% a 5%.

“Significa aumento pouco expressivo, esperava-se ano mais significativo em termos de venda”, avaliou. O presidente da CDL acredita que 2019 será ano de manutenção das vendas e não de retomada real de crescimento.

O resultado das vendas de Campo Grande, em que serão contabilizadas, ainda, as vendas no cartão de crédito e em dinheiro ainda está sendo feito, em contato com os lojistas da cidade e deve ser divulgado ainda esta semana.

País – Em 2018, as vendas a prazo haviam crescido 4,36%, após acumularem três anos consecutivos de queda: 0,91% em 2017; 0,88% em 2016 e 2,82% em 2015.

“Ainda há muitos obstáculos a serem enfrentados, o que de certa forma vem frustrando a expectativa de uma recuperação mais forte no volume de vendas em datas comemorativas. E esse crescimento tímido nos resultados do Dia das Mães, segunda data mais importante para o comércio, não foi suficiente para retornarmos ao patamar de crescimento anterior à crise econômica”, disse o presidente do SPC Brasil, Pellizzaro Junior.

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