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12 de outubro de 2018
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Bolsonaro anuncia nomes de três ministros em eventual governo

O candidato à presidência do Brasil, Jair Bolsonaro, em 6 de junho de 2018 em Brasília (Crédito: AFP/Arquivos)

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, anunciou nesta quinta-feira, 11, o nome de três ministros em um eventual governo. Ao lado de apoiadores, candidato do PSL confirmou os nomes de Onyx Lorenzoni, do DEM, para Casa Civil, do general Augusto Heleno para a Defesa e o do economista Paulo Guedes para a Economia.

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, anunciou nesta quinta-feira, 11, o nome de três ministros em um eventual governo. Ao lado de apoiadores, candidato do PSL confirmou os nomes de Onyx Lorenzoni, do DEM, para Casa Civil, do general Augusto Heleno para a Defesa e o do economista Paulo Guedes para a Economia.

Por cerca de 15 minutos, Bolsonaro falou abertamente, em seguida, permitiu que a imprensa fizesse algumas poucas perguntas. Apesar do grande número de representantes da imprensa presentes, para poucos foi dada oportunidade de questionar o candidato. A primeira inscrita da imprensa nacional, uma repórter da Folha de S. Paulo foi vaiada e hostilizada por apoiadores de Bolsonaro que cercaram a imprensa durante a coletiva. Foi preciso que o presidente do PSL, Gustavo Bibiano, pedisse respeito à imprensa, para que se calassem e permitissem que a repórter fizesse sua pergunta.

“Valorizaremos a família e vamos fazer negócio com o mundo todo sem viés ideológico. Vamos jogar pesado na questão de segurança. Garantiremos sim a liberdade de imprensa, não tem aquela história de controle social. Vamos garantir o legítimo direito à defesa do cidadão. Falta pouco para começarmos a mudar o nosso Brasil”, discursou Bolsonaro.

O candidato disse ainda que vai valorizar a pesquisa tecnológica e que vai “garantir o legítimo direito à defesa do cidadão”, referindo-se ao direito ao porte de arma. “Queremos que a imprensa seja independente e tenha responsabilidade no que escreve”, complementou.

Bolsonaro ainda se posicionou sobre a morte do capoeirista baiano Romualdo Rosaldo da Costa, assassinado nesta semana por um admirador. “Não podemos admitir crime nenhum; se foi uma pessoa que votou em mim, dispensamos esse tipo de voto. Quem quer que seja, cometeu um crime, tem que pagar”, afirmou.

O candidato ainda negou que seja de extrema direita e que tenha contratado o marqueteiro de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, para sua campanha. “Nós não temos recursos para pagar campanha”, disse o candidato.

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